segunda-feira, 12 de novembro de 2012





"É difícil lidar com o que você deseja quando ele não é o que se deve fazer."


Larissa Martins

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Eu não sei descrever saudade


E quem se atreveria a imaginar que estaríamos onde estamos hoje? Pois é. Ninguém. Nem eu e nem você.

[...]

 Sentados em cadeiras de madeira da pré-escola, cara, isso já faz um tempinho, viu? Eu nem sonhava com tudo isso acontecendo e ainda mais dessa forma... Estive vendo umas fotos suas, você e seus novos amigos da universidade. Confesso que senti um pouco de ciúmes, mas a sensação de felicidade foi superior, pois vi ali, estampado na sua cara a felicidade de estar caminhando para o futuro, vi no seu jeito desconcertado que está feliz agora, não mais do que antes, e nem menos, porque são felicidades diferentes.
 Cara, eu não sei descrever saudade, não sei. Queria eu poder ter um gênio da lâmpada para poder pedir um dia dos ''velhos tempos'' de volta (risos). O tempo que passamos juntos foi maravilhoso, valeu cada segundo, cada grito dado e recebido, cada sorriso arrancado, cada dança maluca, cada coisa sem noção, cada alegria, cada tristeza, cada abraço, cada despedida, cada chegada... E eu espero que em breve você chegue aqui de volta, e que apesar das idas e vindas, e das decepções já vividas e futuramente vividas (risos) a gente permaneça vivo dentro um do outro, pois eu acho que amizade é isso. Eu não sei descrever saudade, o que  sei é desejar mais vindas do que idas, mais risos, mais momentos juntos, mais jantares de ''Mazé'', mais danças malucas, enfim, desejo mais você aqui. 

[...]








Vitória  Ávila.










domingo, 25 de março de 2012

Desaprender é difícil, mas pode ser necessário.




   Mudar é complicado. Abandonar conceitos arraigados é mais complicado ainda. Desaprender é difícil, mas pode ser necessário.
Você já ouviu falar em Jean-Faber? Célebre naturalista francês, que pesquisou o acompanhamento da lagarta “processionária.”
  “Esses bichinhos têm um comportamento curioso. Geralmente, caminha formando uma longa coluna, com olhos semicerrados e a cabeça de cada um é pregada à traseira da companheira que a precede. Parecem automóveis em um engarrafamento de trânsito: o pára-choque de um quase ligado ao pára-choque do carro da frente. O que sucederia – perguntou-se Faber – se eu colocasse a primeira processionária de tal modo que ficasse unida à última da coluna?”
   “Sem grandes problemas, conseguiu com que várias lagartas caminhassem em círculo, sobre a borda de um vaso. Caminharam e caminharam durante sete dias e sete noites. Pareciam que não podiam romper a cadeia...”
Morreram de cansaço e de fraqueza devido à falta de alimento. O mais interessante é que, dentro do vaso, a uma distância menos que o comprimento de uma lagarta, havia grande quantidade de alimento, que seria um verdadeiro banquete, se qualquer uma das lagartas tivesse se animado a romper a cadeia. “Mas, nenhuma o fez...”
  Como  as lagartas, nós também nos apegamos à tradição, ao hábito, ao preconceito, à  preguiça e nos fechamos para a descoberta. Inibimos nossa capacidade de criar, de ver o novo que pode estar perto, e que se fosse visto, e entendido, provocaria nosso crescimento. Por que insistir na inflexibilidade, na rigidez, na repetição? Medo do desconhecido?
  É provável que o temor venha do fato de não conhecermos bem a nossa potencialidade, nosso mecanismo de adaptação e de crescimento.
  Às vezes, não conseguimos identificar essas possibilidades, outras vezes nos esforçamos para não vê-las, como as lagartas que não perceberam o alimento tão perto.
  Percebê-las, aproveitá-las, pode ser um esforço que exija abandonar posições fechadas. Abandonado velhos costumes, modificamos nosso jeito de trabalhar, de se relacionar com o outro, seja no ambiente familiar, das relações de amizade, das relações afetivo-sexuais... A tarefa não é fácil, nem cômoda: requer novos papéis, disposição de enfrentar a análise do nosso comportamento que levará à identificação das mudanças necessárias. Que tal então aprendermos a desaprender em alguns momentos?

(Autor Desconhecido) 

terça-feira, 6 de março de 2012

Você me disse uma vez que odiava receber minhas mensagens e que tão pouco apreciava as minhas ligações, admito sim que eram muitas, mas o que posso fazer se não sei ser ''mais ou menos''? ou é tudo ou nada, mas eu compreendo que as vezes metades agradam... Talvez eu deva ser menos impulsiva, talvez eu tenha que controlar os meus excessos, é, talvez seja isso mesmo, essa "história aí de controlar excessos".  Eu não lhe devo desculpas por ''ser excesso''. Mas eu quero que fique bem claro que mesmo você não gostando, talvez até odiando o que eu te digo, eu não ligo. Não se preocupe, os meus excessos não são excessos simplesmente para parecerem excessos. São excessos que vêm de dentro, deve ser algum sentimento, sei lá.
Não sei o que diabos sinto por você e agora tão pouco me interessa saber, mas amanhã quem sabe eu não queira descobrir?

Vitória Ávila



Sempre estarei com você...

Mesmo que as horas corram e os dias se tornem semanas, e mesmo que as semanas se transformem em meses, e os meses rapidamente se tornem anos, e mesmo que você não tenha tanto tempo pra ficar comigo, apesar de tudo estarei sempre ao seu lado, serei sempre o seu melhor amigo.



Vitória Ávila.



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Aos (meus) amigos...

[Dedicado  aos meus amigos.]

 Há aquele mau-humorado, há aquele que vive de bem com a vida, há aquele que discorda de tudo, há aquele que não diz nada, há aquele que fala pelos cotovelos, há aquele que cheira mal, há aquele que não sai sem perfume, há aquele que cozinha bem, há aquele que só sabe fazer miojo, há aquele que vive cantando, há aquele que canta bem (mal), há aquele que vive implicando, há aquele que vive para consolar e unir o grupo, há aquele que te escuta, há aquele que não deixa você falar... Mas que acima de tudo é um grande amigo, e os meus, aah, os meus são os melhores.
Cada um tem seu jeito, a sua forma de ser amigo...


Vitória Ávila.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Tá faltando par ?


É, parece que hoje em dia está cada vez mais difícil de encontrar aquela ''tampa para panela''. Mas por que será que isso está acontecendo? Ás vezes, você acha que o problema está na outra pessoa e que por causa disso você não consegue encontrar aquele alguém... Mas aí é que está, o problema não está no outro, está em cada um, de modo particular, claro; por que que aquela pessoa não te quer? por que? Você vive se perguntando isso, mas será que não é você que estava fazendo algo errado que faz  com que essa tal pessoa se afaste? 
Eu andei pensando, e acho que o problema está em não querermos o ''fácil'', aquilo que tá de alguma forma ''disponível'', entende? Estamos desejando aquilo que não nos faz bem, essa é a questão e por isso acabamos sofrendo etc etc etc... Devemos a partir de então perceber  as borboletas que estão em nosso jardim e não tentar atrair aquelas que não querem estar nele. Estamos a cada dia mais seletivos, queremos sempre aquilo que não podemos ter, é certo que queiramos aquilo que for de melhor pra gente, mas como saber que o melhor está em algo  que não temos do que em algo que,de certa forma, temos por perto? Será mesmo que tá faltando par? Não será nós que colocamos barreiras gigantescas em nosso caminho? Para mim o ser humano tem a necessidade de ter algum problema na vida, não apenas um, mas vários, parece que ele deseja ter sempre algum empecilho no caminho, ele parece querer fazer sempre necessário aquela pedra no meio caminho, mas ele não lembra de que essa pedra pode ser um aviso de que aquele caminho não é o seu, é claro que há pedras para testar a nossa persistência, mas há aquelas que estão no caminho para nada e para tudo, ou seja, está ali apenas para nos mostrar que devemos voltar, que aquele realmente não é o nosso caminho. [...] 
Sabe quando você encontrará seu par? Quando você deixar que as pedras lhe mostrem o seu caminho, mas  você só as enxergará quando abrir os olhos e a mente para aquilo que lhe faz bem e não aquilo que lhe parece fazer bem. É preciso reparar no que está em nossa volta. 
Temos tantas coisas boas, tantas pessoas boas na nossa vida, ali, bem ali do nosso lado e não damos valor algum, até elas irem embora e percebermos o quão importante elas eram. Então, meu caro, preste atenção no que está ao seu lado, nem sempre coisas ruins lhe rodeiam. É preciso que você se deixe permitir, criar barreiras, desejar pedras no caminho seu caminho e deixar acumular problemas, não vai resolver nada em sua vida, seja em qual assunto for, se permita e veja como as coisas irão mudar pra você.
Vitória Ávila