Muitas vezes, me perguntam porque que eu não escrevo sempre. É simples. Escrever não é o meu forte, e não escrevo por reconhecimento. Escrevo porque escrevo, pela grandeza do que é escrever para mim. Tenho gosto por palavras "bem-ditas", embora eu não escreva sempre estas palavras. Escrever está nos encontros das palavras que externalizo sem perceber. Nem sempre escrevo quando sinto vontade, e o por quê está no meu medo... Pois é, no medo, que me invade sempre que penso, porque pensar para mim [...] Ah, pensar já é outro assunto, outras palavras... outras palavras que externalizarei em outro momento.
[...]
Ah, por que escrever? Porque escrever. E ponto.
Vitória Ávila
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