segunda-feira, 23 de junho de 2014

Ah, por que escrever? Porque escrever.




Muitas vezes, me perguntam porque que eu não escrevo sempre. É simples. Escrever não é o meu forte, e não escrevo por reconhecimento. Escrevo porque escrevo, pela grandeza do que é escrever para mim. Tenho gosto por palavras "bem-ditas", embora eu não escreva sempre estas palavras. Escrever está nos encontros das palavras que externalizo sem perceber. Nem sempre escrevo quando sinto vontade, e o por quê está no meu medo... Pois é, no medo, que me invade sempre que penso, porque pensar para mim [...] Ah, pensar já é outro assunto, outras palavras... outras palavras que externalizarei em outro momento. 

[...]


Ah, por que escrever? Porque escrever. E ponto.





Vitória Ávila



Não costumo virar as costas para ninguém, pelo simples fato de não saber deixar ninguém para trás. As pessoas é que costumam parar de andar junto a mim (as vezes com ou sem motivo, sei lá, acho que sempre deve haver um motivo)... o que é uma pena! Mas tomei consciência de que isto não depende só de mim... manter as pessoas ao lado é algo que os envolvidos são responsáveis "pela coisa toda".
E não tem essa de "quando eu ficar pra trás, me leve com você", isto só dá certo se a pessoa REALMENTE querer andar junto a você, senão, meu caro, não dá pra puxar, arrastar pelas mãos, nem muito menos pelo cabelo. [...] Pra andar junto, tem que ser o "querer" de ambas as partes envolvidas.
É isso, meu bem. Se quer andar comigo, estendo-te minha mão, mas não te puxo, porque a escolha não é só minha. E não paro pra esperar, porque a vida me pede e te pede pra seguir em frente, então, sigo o meu caminho, se o seu for o mesmo que o meu,então, vamos, e até mesmo se for o contrário, a gente segue junto, mas é como eu disse a decisão é nossa. [...]




Vitória Ávila